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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Web Marketing - Comunicação integrada de marketing (CIM)


Comunicação integrada de marketing (CIM) - É um processo multidepartamental para planejamento, execução e monitoramento das comunicações de marca projetadas para adquirir, fidelizar e aumentar clientes de forma rentável.
 A CIM é multifuncional, pois cada ponto de contato que um cliente possui com uma empresa ou com seus agentes ajuda a formar a imagem de marca. Por exemplo, um cliente de varejo da Empresa W pode comprar e utilizar um produto do webside e, posteriormente, enviar um e-mail ou ligar no 0800 para reclamar sobre o produto e, por fim, devolve-lo em uma loja física. Cada contato com um funcionário, no webside, comentário no blog sobre o produto, vídeo do Youtube, anúncio em revista, catálogo, loja física e assim por diante, ajuda o cliente a formar a imagem da empresa.
Além disso, as experiências com o produto, seu nível de precificação e seus canais de distribuição aperfeiçoam a comunicação de marketing da empresa em uma sólida imagem da marca. A melhor publicidade pode ser prejudicada se essas experiências de contato on-line e off-line não atuarem de forma integrada de modo a criar e apoiar relacionamentos positivos da marca com seus clientes.
Relacionamentos rentáveis com os clientes é o fator fundamental para a existência de uma empresa. Empresas bem sucedida reconhecem que nem todos os clientes são igualmente valiosos - alguns, como compradores passageiros ou frequentadores, são mais importantes do que outros.
Com a utilização da tecnologia, as empresas podem monitorar os lucros clientes por clientes e, com base nessa análise, prestar mais atenção aos clientes de alto valor, tanto on-line como off-line.
A estratégia de CIM começa com uma compreensão profunda dos mercados-alvo, da marca, de sua concorrência e muitos outros fatores internos e externos. Após a sua implantação faz-se necessário ajustes para melhor eficácia da execução e avaliação dos resultados.
Imagine que uma empresa do ramo automotivo quer vender mais carros, definindo assim o seu objetivo. A comunicação de marketing deve por sua vez:
1 – levar clientes potenciais para o website,
2 – aumentar os registros no website,
3 – aumentar o agendamento de test driver.
Note que VENDER é o objetivo primário, e os três objetivos da comunicação ajudaram a empresa alcançar tal objetivo.
O CIM pode ajudar muito você e a empresa ao qual você trabalha, pense nisso!

Atenciosamente,

Márcio Portilho
* Em Agosto de 2011, elaborei uma série de apostilas para a disciplina de Web Marketing que ministrei na Universidade Paulista e que serviu de base para este post.

Em breve falarei um pouco sobre MARKETING VIRAL – um nome depreciativo para uma GRANDE TÉCNICA.

Business Plan


O Plano de Negócios (“Business Plan”)


É um documento que contém a caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar uma fatia do mercado e as projeções de despesas, receitas e resultados financeiros.
O Plano de Negócios é uma poderosa ferramenta gerencial para as empresas desde seu nascimento (start-up) até sua maturidade, e por que não dizer, também no seu declínio.
Identificar oportunidades, observar os pontos fortes da empresa e antecipar possíveis dificuldades é o papel dessa ferramenta. Nele esboçamos as necessidades de recursos humanos, financeiros e tecnológicos
Essa ferramenta é fundamental para qualquer empresa que deseja manter-se no mercado, independente do seu tamanho.
Um Plano de Negócios bem estruturado tem por objetivo ajudar o empreendedor/ executivo a planejar e focar suas idéias, tomando as ações pensadas para sua empresa, ao mesmo tempo em que é uma ferramenta de acompanhamento e definição de metas e gerenciamento de riscos.
Existem diversas formas de elaborar um Plano de Negócios, deixarei aqui alguns links interessantes para ampliar sua pesquisa. Entretanto, desde já, esclareço que  não existe uma formatação única ou um padrão, e sim, alguns modelos que podem ser implementador e adaptados a sua empresa.
Abaixo segue disponível um sumário que poderá ser utilizado como um guia na execução do plano.
1.    Sumário executivo
2.    Resumo da empresa
3.    Produtos e Serviços
4.    Análise do Mercado
5.    Estratégia do Negócio
6.    Organização e Gerência do Negócio
7.    Planejamento Financeiro
O empreendedor juntamente com a sua equipe devem assumir a preparação do Plano de Negócios, estabelecendo a visão geral do plano, sua aplicação, seus prazos e objetivos gerais.
Essa fase é parte importante do planejamento estratégico das entidades que se encontram melhor estruturadas, independente do seu alcance financeiro.
Outra fase importante, e talvez, mais fácil de trabalhar, devido sua valoração de dados, diz respeito aos resultados históricos contábeis (econômicos e financeiros) e suas respectivas projeções. O Plano financeiro tem todos os pressupostos e os dados quantitativos apresentados em outras fases mas aqui, apreciadas numericamente.
As projeções financeiras são elaboradas com todas as estimativas de vendas da empresa, custos de produção, distribuição, logística e despesas comerciais e administrativas em um resumo financeiro com observação dos dados em períodos mensais, semestrais ou anuais. De tal modo que sirvam de orientação para os gestores, organizações financeiras para captação de empréstimos, investidores e governo.
O plano financeiro deve ser elaborado em padrões mínimos conhecidos, podendo ser mais simplificado ou detalhado de acordo com o tamanho da empresa e seu segmento de mercado, notadamente destacamos algumas demonstrativos econômicos e financeiros que são avaliados, assim como algumas projeções altamente relevantes:
Demonstrações econômico-financeiras:
·         Balanço patrimonial;
·         Demonstrativo de resultados do exercício;
·         Demonstração de fluxo de caixa;
Análises econômicas:
·         Ponto de equilíbrio;
·         Lucratividade;
·         Retorno sobre investimento, entre outros.
Havendo a necessidade de recursos financeiros de terceiros por meio de financiamento ou empréstimos, inclui-se estes nas respectivas projeções até a liquidação de tais recursos. Potenciais investidores e financiadores querem saber a capacidade de pagamento e geração de valor do negócio.
Espero que tenha ajudado!

Atenciosamente,

Márcio Portilho
* Em Fevereiro de 2012, elaborei em conjunto com a professor Patrícia Azevedo uma série de publicações para a disciplina de Plano de negócios que ministrei na Universidade Paulista e que serviu de base para este post.
Segue abaixo os links com materiais relacionados.

domingo, 30 de dezembro de 2012

RETROSPECTIVA DO ANO DE 2012



O ano de 2012 será um ano que ficará marcado em nossa história por desmascarar quem realmente somos e o quanto estamos distantes dos nossos sonhos, tais como: Sociedade justa, economia forte, produção de qualidade, inovação tecnológica, logística eficiente, etc.
E por que isso ocorre? Sem rodeios vamos direto ao ponto.
Primeiro é importante esclarecer que o Estado fez profundas reformas que atendem e se adequa ao ambiente competitivo almejado pelos empresários. Temos Juros baixos, real desvalorizado e ainda, um consumo em plena expansão. Somamos a isso uma taxa de desemprego em níveis jamais vistos em nossa história recente.
O mundo, ou melhor, nosso PAÍS seria maravilhoso se não fosse o espantoso movimento dos empresários. Este por sua fez escancaram A FALTA DE COMPETÊNCIA EM SUAS ATRIBUIÇÕES.
Na cultura do FAZ DE CONTA QUE ACONTECE, deixaram claro que estão acostumados em ficar em sua ZONA DE CONFORTO, visto que, para muitos é melhor crescer pouco ou quase nada, pois basta manter o que já está dando certo. NÃO DESEJAM CRESCER, mas sim, tão somente garantir o mínimo de giro financeiro suficiente para manter os seus estilos de vida. FALTA AMBIÇÃO, APETITE PARA CONQUISTAR NOVOS MERCADOS, que estão pouco a pouco sendo preenchidos por produtos importados para manter a INFLAÇÃO DENTRO DO CONTROLE. Vejam só a quantidade de produtos e marcas novas que estão desde as prateleiras dos supermercados até as concessionarias de carros.
Não falta dinheiro para a produção, o que falta é competência. Vivemos em uma estrutura educacional falha, pois não atende as necessidades econômicas e sociais, não há faculdades voltadas para a produção e inovação. Isso acontece devido ao fato de simplesmente não haver competitividade entre elas, há atualmente a falsa ideia de que a especialização de mão de obra ocorre tão somente com a impressão de diplomas e certificados, uma verdadeira relação onde o aluno FINGE QUE ESTUDA E A ESCOLA FINGE E ENSINA.
Estamos acompanhando e vivendo a adoração pelo QUANTO PIOR, MELHOR, embora tenhamos um ambiente competitivo e propicio para o crescimento, o que vemos são empresas, ou melhor, os empresários que não desejam investir VISTO QUE simplesmente não sabem e não estão preparados para isso.
Como podemos ter um crescimento (PIB) superior a 2,5%?
Simples, basta-nos arregaçar as mangas e começar a PRODUZIR, e isso não pode ser somente uma preocupação do Estado, mas sim de toda a sua sociedade economicamente ativa.
É importante esclarecer que, a transferência de renda já atingiu o seu limite, as pessoas que se encontram na nova classe média precisa agora aprender a investir e produzir mais em menos tempo, os empresários devem ser mais ousados e finalmente o governo deve ser mais ativo no sentido de manter o ambiente competitivo ao invés de ficar nesse vai e vem onde, uma hora o Estado é neoliberal e outra hora é socialista.
Quem você deseja para o não que vem?

Eu desejo a todos um ano de muitas conquistas, felicidade, alegria, paz e muito amor!

Márcio Portilho

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Mais de 9000 visualizações


Obrigado amigos e alunos por usar este blog como meio de pesquisa.


Conto com vocês para compartilhar cada leitura no sentido de fazer com que mais pessoas possam conhecer e aprender um pouco mais sobre contabilidade, administração, economia, matemática financeira, recursos humanos, etc.

Um forte abraço para todos.

Sucesso na profissão!

Márcio Portilho